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Atividades no CEU Paraisópolis

Na sexta-feira, dia 21 de março, comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down e o Instituto Olga Kos organizou uma série de atividades inclusivas no CEU Paraisópolis. Confira a agenda!
 
Para comemorar o Dia Internacional da Síndrome de Down, o CEU Paraisópolis receberá uma série de atividades inclusivas promovidas pelo Instituto Olga Kos. 
A abertura oficial do evento será às 10h e as comemorações seguem até às 14h. “Há quase sete anos estamos trabalhando em prol da inclusão desses jovens por meio da arte e do esporte. Neste dia, onde se comemora mundialmente a Síndrome de Down, festejamos também a nossa luta para que essas pessoas sejam vistas e tratadas de igual para igual, com os mesmos direitos e com os mesmos deveres de um cidadão que não tenha a Síndrome”, comentou Olga Kos, vice-presidente do Instituto. “É importante também lembrarmos da palavra ‘solidariedade’. A vontade de ajudar ao próximo não pode ser pontual. A comemoração pode. A ajuda tem que ser frequente para que seja eficaz”, concluiu.
 
Entre as ações, haverá o exame de troca de faixa dos alunos de karatê e taekwondo, além de apresentação de teatro de atores da APAE, oficinas de artes, aula de dança e muito mais! Confira a agenda:
 
10h – Abertura Oficial das comemorações
10h15 às 11h15 – Exame de Troca de Faixa de Karatê e Taekwondo
11h30 às 12h – Teatro com atores da APAE São Paulo e Oficinas de Arte
12h às 12h30 – Contação de História e Aula de Dança
12h30 às 13h15 – Oficina de Arte e Aula de Karatê
13h30 às 14h – Integração
 
Saiba mais sobre a Síndrome de Down:

A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.
O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.
(Fonte: Apae Brasil)
 

Sobre o Instituto Olga Kos
Atende mais de 1,5 mil pessoas com deficiência intelectual, particularmente Síndrome de Down, com projetos de arte e de esportes espalhados pela cidade de São Paulo e Grande São Paulo.

 
 
Serviço
Comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down
CEU Paraisópolis
Rua Dr. José Augusto de Souza, s/n
Jardim Parque Morumbi
Tel.: 3501-5660
 

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