Esporte & Dança

O esporte a favor do empreendedor

O esportista tem uma carreira com prazo para terminar. Uns continuam por mais tempo a trajetória em campos, piscinas, ginásios e competições.

Outros encerram seu trabalho antes mesmo dos 40 anos de idade. E o que fazer depois disso? 

Muitos, acostumados a aceitar e enfrentar desafios, além de aprender com cada resultado, mesmo quando não são favoráveis, finalizaram uma carreira para dar início a outra, que parece ser bem diferente, mas não é. “A vida de um empreendedor e a de um atleta têm muito em comum. Ambas são similares na busca por um objetivo e em aspectos como planejamento e boa execução, persistência nos momentos mais difíceis. Trabalho com excelência e foco são exigidos nas duas áreas”, assim explica o ex-nadador Gustavo Borges, que encerrou sua carreira de atleta, em 2004, e sua estreiou no mundo do empreendedorismo, na sequência. É claro que a transição não foi fácil, mas hoje ele lidera a Metodologia Gustavo Borges, que tem mais de 300 estabelecimentos credenciados pelo Brasil, e cinco academias. “Sei o quanto o esporte me ajudou e contribuiu para a boa trajetória nos negócios”, conta.
 

 

Juliano Belletti e a esposa Luana

Juliano Belletti também se aposentou dos campos, mas seguiu a linha de empresário. Com passagens pelo São Paulo Futebol Clube, times europeus como Barcelona e Chelsea, além da Seleção Brasileira, o ex-lateral aproveitou tudo que aprendeu durante a carreira para ensinar aos que precisam emagrecer, cuidar da saúde, ou vencer algum obstáculo físico que basta focar que o objetivo pode ser alcançado. Ao lado da esposa, Luana, montou uma academia com treinos personalizados e inspirados em exercícios praticados por jogadores de futebol durante os treinos. “É um programa de condicionamento físico que visa aprimorar várias capacidades físicas em uma sessão de treino que utiliza força, resistência cardiorrespiratória, flexibilidade, potência, agilidade, velocidade, coordenação motora, equilíbrio e resistência muscular”, explica Belletti.

 

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Gustavo Borges / Alexandre FerreiraGustavo Borges e Juliano Belletti deixaram o esporte e resolveram empreender, mas, muitos fizeram o caminho inverso e transformaram o esporte em algo fundamental para melhorar o lado empreendedor. A prática de qualquer modalidade esportiva pode ajudar nos negócios e trazer benefícios para outras profissões. Alexandre Ferreira, 40 anos, é endocrinologista e nutrólogo e com uma carga horária de trabalho elevada, passou a dormir mal e percebeu um cansaço constante e uma sonolência. Com isso, o rendimento no consultório tendia a cair. Mas, o médico mudou sua vida ao introduzir a corrida em sua rotina diária. “Os exercícios oxigenam meu cérebro, melhoram meu corpo e meu sono e ainda me deixam mais disposto para meu dia-a-dia no consultório”, conta.


 

 


 

 

 


Se você quer ser um empreendedor e
manter seu corpo e sua cabeça em dia,
atenção para as três dicas do ex-nadador Gustavo Borges:

  1. Praticante de atividades físicas traça metas e sabe aonde quer chegar. Ter foco e metas e buscá-las é fundamental nas duas áreas.
     
  2. Não dá para fazer o seu trabalho de qualquer jeito e, por exemplo, querer ir para as Olimpíadas. É necessário caprichar e sempre fazer o melhor possível, em qualquer condição. Nos negócios, cada deslize pode acabar custando muitos clientes e isso não é algo que queremos.
     
  3. O atleta de alto rendimento está acostumado a ter bons resultados e a comemorar cada conquista. No empreendedorismo, assim como em qualquer atividade física, essa situação também tem que prevalecer. Cada bom resultado, como lucro no trimestre, alta nas vendas ou mais um quilômetro percorrido, tem de ser celebrado, assim como o atleta comemora um tempo recorde.

 

 

 




Com esses exemplos, levante-se e vá à luta!

 

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