Dia Mundial da Fotografia

Deborá Espasiani

Hoje é o dia mundial da fotografia! Um hobby que eu amo, mas não faço. Meu pai também adorava tirar fotografias, tinha uma máquina muito legal, na época – que não lembro a marca e também tinha um laboratoriozinho em casa, então, peguei gosto. Amo ver fotografias e analiso-as muito bem, olhando cada detalhe, sem técnica, é claro, porque não entendo nada de fotografar.

Meus parabéns aos amigos fotógrafos Bruno Mathias, Bob Toledo, Ulisses da GCom, parabéns pelo seu dia.

A fotografia é uma das invenções mais extraordinárias da história e que revolucionou a cultura a partir de meados do século XIX. As fotografias podem ser utilizadas para informar, recordar ou como uma expressão artística.

Os brasileiros ainda celebram o dia 8 de janeiro como o Dia Nacional da Fotografia, também conhecido como o “Dia do Fotógrafo”.

Origem do Dia Mundial da Fotografia

A escolha do dia 19 de agosto para celebrar esta data é uma homenagem à invenção do daguerreotipo. Um daguerreótipo consiste em uma imagem única e positiva, formada diretamente sobre placa de cobre, revestida com prata e, em seguida, polida e sensibilizada por vapores de iodo. Depois de exposta na câmera escura, a imagem é revelada por vapores de mercúrio e fixada por uma solução salina -, o antecessor das câmeras fotográficas.

Este aparelho foi desenvolvido pelo francês Louis Daguerre (1787-1851), em 1837, graças aos estudos de Joseph Niépce (1765-1833), que havia criado a héliographie alguns anos antes. Foi em 19 de agosto de 1839 que a Academia Francesa de Ciências anunciava mundialmente a nova invenção.

Em 1839 também foi inventado o calótipo – Termo derivado do grego kalos, que significa belo e typos, que significa imagem, o calótipo (figura 06) designava o processo negativo-positivo desenvolvido pelo inglês William Henry Fox Talbot (1800-1877), razão pela qual também era conhecido como talbótipo -, um outro sistema de captura de imagens, criado por William Fox Talbot (1800-1877). Por causa dessas incríveis invenções, 1839 se consagrou como o Ano da Invenção da Fotografia.

A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] (“luz”), e γραφις [grafis] (“estilo”, “pincel”) ou γραφη grafê, significa “desenhar com luz e contraste”), por definição, é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.

O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que, como outros artistas no século XVI, a usava para esboçar pinturas.

O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que Johann Heinrich Schulze, fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de “heliografia”, gravura com a luz do Sol. Paralelamente, Daguerre, outro francês, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado “Diorama”. Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.

Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia. Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França, e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra. A popularização dos daguerreótipos deu origem às especulações sobre o “fim da pintura”, inspirando o Impressionismo.

O britânico William Fox Talbot, que já efetuava pesquisas com papéis fotossensíveis, ao tomar conhecimento dos avanços de Daguerre, em 1839, decidiu apressar a apresentação de seus trabalhos à Royal Institution e à Royal Society, procurando garantir os direitos sobre suas invenções. Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor.

No Brasil, o francês radicado em Campinas (São Paulo), Hércules Florence, conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou “Photographie” – foi o legítimo inventor da palavra – não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976 por Boris Kossoy.

A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um discurso de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotógrafos profissionais com a introdução da câmera tipo “caixão” e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman

Desde então, o mercado fotográfico tem experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitam a captação da imagem, melhoram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.

A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema por setores que ainda prestigiam o tradicional filme, e assim, irreversivelmente ampliando o domínio da fotografia digital.

Fonte: Wikipedia

Saiba mais assistindo ao programa! Espero que gostem.

Assista esse e demais episódios no canal Deborá Histórica no YouTube!

Quer contar suas histórias ou algo interessante do bairro aqui? Envie seu relato para o e-mail [email protected] e podemos publicar!

Compartilhe com amigos, parentes, vizinhos.

Obrigada por assistir.

Até a próxima!

Seja você um patrocinador do programa Debora Histórica. Acesse o site www.deborahistorica.com.br e veja na página souvernirs e mande um e-mail para [email protected] ou ligue (11) 99724-1111

Assista, aproveite e curta!

Apoie e participe deste projeto “As memórias do seu bairro contadas por você” adquirindo um dos souvenirs. Saiba mais no site deborahistorica.com.br

Deborá Espasiani é moradora da Vila Sônia desde 1962, interessada pela história e memórias desta região em que teve seu nascimento na Fazenda Morumbi, onde conta o início de sua história neste vídeo do Programa Deborá Histórica
Secretária Executiva de profissão
Diretora, apresentadora e roteirista do Programa Deborá Histórica que vai ao ar no youtube todas às 5ª feiras às 6 horas.
Associada à Associação Comercial Distrital Sudoeste
Recebeu o Prêmio Mérito Profissional recebido em 19/10/2018 pela ABRASCI – Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura
Tem o título de Dama Comendadora recebido em 31/01/2019 pela Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo – Polícia Militar
Recebeu 0 Prêmio Excelência Mulher recebido em 19/03/2019 pela CIESP e também o
Prêmio Mérito Feminino recebido em 30/03/2020 pela pela ABRASCI – Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura
Autora de 16 cursos na área administrativa-financeira

Desde 2017 vem juntando documentos do Distrito da Vila Sônia / Morumbi para fins de contar a História e Memórias desta região no canal do YouTube Deborá Histórica e, em breve, no site www.deborahistórica.com.br
Amo história e memórias, amo entrevistar pessoas e ver o brilho em seus olhos quando lembram dos momentos que passaram em sua infância, adolescência.

Acompanhe a Deborá também em suas Redes Sociais:

Imagem destacada da Publicação

Assine

Nossa Newsletter

Inscreva-se para receber nossos últimos artigos.

Conheça nossa política de privacidade

vinheta-julho21-banner-(1)
vinheta-julho21-banner-(2)
vinheta-julho21-banner-(3)
vinheta-julho21-banner-(4)
vinheta-julho21-banner-(5)
vinheta-julho21-banner-(6)
vinheta-julho21-banner-(7)
Anterior
Próximo

Artigos recomendados