Dívida bancária: como lidar da melhor forma e se livrar dela

Grande parte dos brasileiros, infelizmente, se encontra com dívidas em atraso, e boa parte desse endividamento é com os bancos.

Normalmente, são serviços de crédito, como empréstimos e cheque especial, que deixam de ser pagos por falta de planejamento financeiro ou por mudanças no orçamento dos consumidores.

Com o passar do tempo, se não lidamos adequadamente com essas dívidas, elas se tornam um boa de nele, e a situação piora ainda mais.

Se você se encontra nessa difícil situação, ou mesmo se deseja estar preparado para nunca passar por isso, recomendamos a leitura deste artigo, em que explicaremos como se livrar definitivamente das dívidas bancárias.

O que é a dívida bancária?

É útil esclarecer que, em qualquer serviço de concessão de crédito, uma das partes assume uma dívida, enquanto a outra parte é o credor. Ou seja, ao contratar um empréstimo com seu banco, você está assumindo uma dívida e se compromete a quitá-la dentro de um prazo determinado, com acréscimo de juros.

Mas no dia a dia usamos a palavra dívida para denominar uma dívida que está em atraso, ou seja, quando o cliente não cumpre o estabelecido em contrato e deixa de pagar uma ou mais parcelas dentro do prazo determinado. Quando isso ocorre, o banco pode cobrar juros de mora e multa, mas esses valores têm limites.

O que realmente torna uma dívida difícil de pagar são os juros que já estavam previstos no contrato.

 O problema é que muitos consumidores contratam um serviço de crédito ou realizam um gasto (no caso do cartão de crédito) sem se atentar para os juros que serão cobrados e o tamanho que as parcelas assumirão com o tempo. E no Brasil, infelizmente, a maior parte das taxas de juros ainda é alta.

Quais malefícios ela traz às suas finanças

Quando deixamos de pagar uma dívida é sinal de que ela já não cabe no nosso orçamento. Deixando de pagá-la, conseguimos espaço para outros gastos, mas passamos a sofrer algumas penalidades. Uma delas é a inscrição em órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa, que tem como principal consequência a limitação do acesso a outros serviços de crédito.

Além disso, passamos a sofrer com cobranças do credor (o que não pode ser feito de forma abusiva) e até cobranças judiciais, o que pode levar à penhora de bens.

Veja também: 7 direitos do consumidor que tem o nome sujo

Qual a melhor forma de se livrar da dívida com o banco

Em primeiro lugar, é importante manter a calma e pensar em soluções com a cabeça fria. Caso mesmo isso seja difícil para você, recomendamos procurar a ajuda de amigos e até de profissionais especializados, como consultores financeiros e advogados.

É preciso entender como a sua dívida funciona, e no caso de dívidas bancárias isso pode ser especialmente complicado.

A razão é que, muitas vezes, os consumidores acabam negociando o débito várias vezes com o banco, frequentemente até assumindo juros maiores que os iniciais. E ao assinar os seguidos contratos de negociação, perdemos a noção de como realmente funciona a dívida.

Por isso, procure pelos contratos e outros documentos que especificam o funcionamento da dívida ou peça a ajuda de um especialista.

Tente negociar a dívida

Antes de negociar a dívida com o credor, sugerimos pesquisar por serviços de crédito, semelhantes ao que você contratou, mas oferecidos por outras instituições. A ideia é encontrar melhores condições, incluindo uma melhor taxa de juros, e usar isso na hora de negociar com o gerente do seu banco.

Nesse momento, é importante tomar cuidado com possíveis armadilhas. Muitas pessoas, no desespero de se livrarem logo de suas dívidas, acabam aceitando acordos que na verdade aumentam o valor devido. Portanto, estude com cuidado as propostas feitas pelo seu banco.

Sugerimos também recorrer a um serviço de negociação online. Nessas plataformas, é possível conseguir descontos altos e sem o constrangimento de lidar diretamente com o seu credor.

Negocie suas dívidas com o Juros Baixos

Troque uma dívida cara por uma barata

Outra medida recomendada por especialistas é recorrer à portabilidade de crédito. Com ela, você pode transferir a sua dívida para outra instituição que oferecer melhores condições. O seu credor é obrigado por lei a aceitar a transferência da dívida.

Outra forma de diminuir os seus débitos é trocando a dívida atual por outra com juros mais baixos. Funciona da seguinte forma: você pode pegar um empréstimo em outra instituição com taxa de juros e Custo Efetivo Total (CET) menores e usar o crédito para quitar imediatamente a dívida atual. É importante, no entanto, que a nova dívida caiba no seu orçamento e que você se organize para pagá-la devidamente.

Organize o orçamento para quitá-la o quanto antes

Por fim, destacamos uma medida que deve ser tomada para qualquer dívida, seja pequena ou grande, esteja atrasada ou não. É preciso se planejar financeiramente para quitá-la.

Para tanto, além de ter conhecimento de quanto você pagará de parcela a cada mês, é preciso conhecer o seu orçamento.

Comece anotando suas despesas e suas fontes de renda numa planilha. Depois, você deve decidir de onde virá o dinheiro para pagar as parcelas da dívida.

Certamente, será preciso realizar cortes em alguns gastos, como alimentação, cartão de crédito, pacotes de serviços, viagens, presentes etc.

Adicionalmente, você pode procurar novas fontes de renda, como:

  • Vender alguns bens
  • Horas extras no seu trabalho atual
  • Trabalhos como freelancer
  • Franquia home office

Não deixe a situação virar uma bola de neve

É importante agir e não deixar as suas dívidas se acumularem. Assim que perceber que não poderá quitar uma dívida, entre em contato com o banco e tente negociá-la, ou recorra às outras soluções que indicamos acima.

Por outro lado, é importante saber que a inadimplência é um direito do consumidor e que os bancos devem seguir regras na hora de fazer as cobranças.

Por fim, destacamos como é importante se planejar financeiramente, não apenas depois que se encontrar endividado, mas, principalmente, antes de contrair qualquer dívida.

Este artigo é um oferecimento de Juros Baixos – Soluções Financeiras Online

Maria Eduarda de Souza Padilha
[email protected]

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