Conheça as organizações que receberam o Selo de Direitos Humanos e Diversidade

A 5ª edição do programa bateu o recorde de inscrições e de iniciativas selecionadas

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) divulga a relação das organizações que receberam este ano o Selo de Direitos Humanos e Diversidade por suas iniciativas de inclusão e boas práticas de Direitos Humanos.

Escola de Formação para Mulheres, da Coca Cola, recebeu o Selo na categoria Mulheres
Foto: Gabriela Araujo

A edição de 2022, a quinta desde a implantação do programa, bateu o recorde em número de iniciativas inscritas e reconhecidas pelo Selo. Foram 313 inscritas, das quais 227 foram reconhecidas, contra 183 inscrições e o reconhecimento de 141 iniciativas na edição do ano anterior.

O Selo de Direitos Humanos e Diversidade é organizado pela Coordenação de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CPDDH) da SMDHC. O programa destaca as ações mais representativas de inclusão e diversidade adotadas por diferentes tipos de organizações, em 12 categorias temáticas: Infância e Adolescência; Igualdade Racial; Pessoa Imigrante; Juventude; LGBTI; Mulher; Pessoa com Deficiência; Pessoa em Situação de Rua; Pessoa Idosa; Pessoa Privada de Liberdade e Egressa; Povos Indígenas; e Transversalidades, esta última entendida como aquela que agrega em uma prática mais de uma das categorias anteriores.

“A Equipe da Coordenadoria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos ficou extremamente feliz com a quantidade de iniciativas inscritas na 5ª edição e demostra que mesmo com o aumento das desigualdades e abusos na pandemia, temos diversas iniciativas que buscam alicerçar e garantir os Direitos Humanos”, avalia a coordenadora de CPDDH, Silvana Maiéski Barradas. 

Podem inscrever suas iniciativas no Selo empresas privadas, empresas públicas e de economia mista, órgãos públicos e organizações do Terceiro Setor que estejam localizadas na cidade de São Paulo.

As iniciativas reconhecidas passam a integrar a Rede do Selo, com o propósito de trocar entre si experiências e resultados alcançados. Durante o ano, são organizados quatro encontros, virtuais ou presenciais, com esse propósito.

O Selo também pode ser utilizado pelas organizações como diferencial da instituição na adoção de boas práticas de atuação no campo da promoção dos Direitos Humanos e da diversidade.

Heróis do Bem: trabalho voluntário com crianças em hospitais recebe o Selo na categoria Infância e Adolescência
Foto: Divulgação

Alguns exemplos

Entre as organizações cujas iniciativas foram agraciadas há empresas de grande porte, como o Metrô de São Paulo, escritórios de advocacia de renome, organizações internacionais como a Cruz Vermelha de São Paulo e instituições do Terceiro Setor de reconhecido trabalho humanitário.

Uma dessas organizações da sociedade civil é a Heróis do Bem, composta de voluntários que se vestem de super-heróis em trabalhos com crianças que têm câncer e estão fazendo tratamento nos hospitais. Ela recebeu o Selo na categoria Infância e Adolescência.

“Acredito que o Selo vai ser bom para a continuidade de nosso trabalho não apenas no sentido de contribuir para o futuro das crianças atendidas, mas também para a captação de recursos por parte de doadores. Para nós, é o reconhecimento de que estamos no caminho correto”, afirma Rogério Augusto Alves Ferroni, presidente da OSC, que se apresenta caracterizado como Capitão América.

A Coca-Cola Semsa Brasil, engarrafadora da empresa multinacional que atua nas regiões sul, sudeste e parte do centro-oeste, recebeu o Selo na categoria Mulheres pela inciativa Escola de Formação para Mulheres cujo objetivo é aumentar o número de mulheres em seus quadros de colaboradores.

Segundo Marinalva Cruz, que trabalha na empresa na condução do programa, o foco está nas mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade social para dar oportunidade a elas de ocupar funções que geralmente eram exercidas por homens, como motoristas e operadoras de empilhadeiras além de outras funções, tendo como meta estabelecer uma relação de 50% entre os dois gêneros. Embora ainda não tenham alcançado esse objetivo, Marinalva acredita que aos poucos essa meta será alcançada.

“Nosso olhar também está voltado para a questão da diversidade no sentido de empregar mulheres que como eu tenham alguma deficiência, assim como para mulheres transexuais, entre outras situações, trazendo essa diversidade dentro do público feminino para dar visibilidade ao tema”, explica a coordenadora do programa.

Outro aspecto é a equidade de salários entre os gêneros. De acordo com Marinalva essa relação já existe na empresa e, em certos casos, há mulheres recebendo uma remuneração maior do que os homens no exercício da mesma função. Essa é a primeira vez que a empresa inscreve um programa no Selo.

Conheça todas as iniciativas distinguidas com o Selo de Direitos Humanos e Diversidade neste link.

Colaboração da pauta: 

Assessoria de Comunicação da SMDHC
smdhcimprensa@prefeitura.sp.gov.br

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