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2026: o ano das boas perguntas

Design Dolce Morumbi em Canva

Perguntar é o primeiro passo para crescer, reconhecer limites, ouvir mais e aprender com o outro

Por Eduardo Marcondes Suave

Amigo leitor e amiga leitora.

Ao nos despedirmos de 2025, levamos conosco aprendizados, erros e conquistas. Todo fim de ano é um convite ao balanço, mas também à esperança. É nesse intervalo silencioso entre o que passou e o que começa que mora uma das maiores forças humanas: a capacidade de perguntar e imaginar novos caminhos.

Entre todas as espécies, somos os únicos que transformam dúvidas em projetos e curiosidade em futuro. Não apenas reagimos ao mundo — perguntamos por que ele é assim e como pode ser melhor. É essa inquietação que move a ciência, fortalece relações e dá sentido às mudanças que buscamos.

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Perguntar é o primeiro passo para crescer. É reconhecer limites, ouvir mais e aprender com o outro. Quando questionamos com honestidade, abrimos espaço para escolhas mais conscientes, decisões mais humanas e soluções que beneficiam não só a nós, mas a todos ao redor.

Que 2026 seja um ano guiado por boas perguntas. Perguntas sobre quem queremos ser, como podemos cuidar melhor uns dos outros e que legado desejamos construir. Cada “por quê?” pode ser o início de um gesto, uma ideia ou uma transformação real.

Assim, deixamos 2025 com gratidão e seguimos para 2026 com curiosidade e coragem. Porque enquanto houver perguntas, haverá caminhos. E enquanto houver caminhos, haverá futuro.

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Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Eduardo Marcondes Suave é médico graduado pela Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com pós-graduação em Psiquiatria, Medicina Intensiva e Aplicações Complementares às Ciências Militares pela Escola de Saúde do Exército. Capitão do Exército Brasileiro, com atuação nas áreas de psiquiatria, terapia intensiva e medicina militar.

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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