Sim, é possível superar uma dor e continuar amando

Pamela Magalhães

CRP : 06/88376

A Psicóloga Pamela Magalhães escreve nesta coluna quinzenalmente respondendo a perguntas enviadas por leitores e leitoras ao e-mail [email protected].
Você pode enviar suas perguntas para a Pamela também através do formulário ao final desta página.
São selecionadas três perguntas e a
s pessoas que tiverem as suas escolhidas, tem suas privacidades totalmente preservadas.

Dolce Morumbi

O ser humano é capaz de superar suas angústias e sofrimento e se renovar pelo amor

Pamela, como encontrar um amor, sem posteriormente se decepcionar? (O.L.B)

Imagina, se as relações pudessem ser tão previsíveis assim? Como se viessem com uma espécie de sinopse ou receita de sua composição… O que nos cabe é alinharmos o máximo que pudermos nossas expectativas com o que há de fato na interação, observando investimentos, trocas, proporcionalidade e disponibilidade afetiva.

O que frequentemente acontece, é idealizarmos e construirmos em nosso íntimo um universo paralelo, alheio ao que realmente há e então, ficamos cegos do que acontece e frequentemente somos surpreendidos com os golpes da realidade.

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Por que ficamos obcecados por quem nos rejeita? (P.L)

Costumamos nos atrair pela sensação de familiaridade que a interação de alguém nos provoque. A pessoa que se sente obcecada por alguém que a rejeita, está presa em um sentimento de rejeição, sentido e muito mal administrado, que a marcou em algum momento importante do seu desenvolvimento da infância. Essa fixação, se dá como uma tentativa inconsciente e insistente de reparação dessa ferida e muitas vezes, até um trauma, registrado no seu íntimo.

A ressignificação desses fatores da sua história através de um processo de psicoterapia, pode contribuir para o tratamento dessas experiências dolorosas, reconfigurando crenças sobre si e o outro.

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Como consigo superar a dor de uma relação que nem chegou a acontecer? (C.S.J)

O ser humano tem uma imensa capacidade de alimentar fantasias e no seu mundo interno, através de pensamentos diários, idealizações constantes, desenhar cenários e possibilidades de desdobramentos, fomentando emoções e expectativas reais.

Mesmo que não chegue de forma factível a ter um relacionamento com uma pessoa, você pode tê-la amado e cultivado sentimentos grandiosos, mobilizadores de muito no seu interior e para superar essa dor, o processo do luto, se dá da mesma maneira do que alguém que tenha se relacionado de fato.

Aqui, o que importa são os sentimentos despertados e o sofrimento existente. Olhar de perto essa dor, respeitá-la e ajudar-se exteriorizando emoções, se aproximando de pessoas do bem que agreguem boas trocas e acolhimento, buscando o despertar de outros interesses para distrair e ampliar a perspectiva podem ser ótimas alternativa de cura.

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Para a Pamela, seus sentimentos são a sua história.

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Três perguntas são selecionadas a respondidas a cada quinzena

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Pamela Magalhães é Psicóloga, Especialista Clínica e Terapeuta de Casal e Família.
Bastante influente nas mídias em geral, ficou conhecida como Especialista em Relacionamentos pelos seus quadros no Programa Mulheres da Tv Gazeta e Tribuna Independente da Emissora Rede Vida e movimenta uma rede de seguidores de mais de 630K nas redes sociais em especial no instragram como @psipamela
Além de comentarista de comportamento e Psicóloga Clínica, realiza palestras em todo Brasil e comanda o podcast Coração Peludo na plataforma da Jovem Pan. CRP:06/88376

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