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Psicóloga Comportamental e Cognitiva, Neuropsicóloga, Psicopedagoga

Por que as crianças mentem?

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

E como os pais devem agir frente a tudo isto?

As crianças podem mentir por vários motivos: temer castigos e repreensões, receber alguma recompensa, se isentar de culpas, fugir de responsabilidades, melhorar a autoestima, chamar a atenção.

Outro motivo que pode levar a criança a mentir é quando seus pais mentem. Os pais são os modelos mais importantes para as crianças. As crianças se espelham no comportamento de seus pais. Se os pais pedem que a criança minta ao telefone dizendo que não estão em casa, estão ensinando seu filho a mentir. Ou quando os pais deixam passar uma mentira de seu filho, também estão reforçando este comportamento, fazendo com que a criança encare a mentira como algo natural.

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E como os pais devem agir frente a tudo isto?

Entenda o “porquê”: crianças pequenas mentem por fantasia ou para testar limites, enquanto as mais velhas costumam mentir por medo de punição, de decepcionar os pais ou para se sentirem aceitas.

Não rotule: evite chamar a criança de “mentirosa”. Foque no comportamento específico (“essa atitude não foi legal”) e não na identidade da criança.

Crie um ambiente seguro: a criança precisa sentir que, ao falar a verdade, será ouvida e não imediatamente castigada. Acolha a verdade e resolva o problema juntos.

Fale sobre consequências (em vez de castigos): explique que a mentira quebra a confiança, o que é mais prejudicial do que o erro em si. Ajude a criança a reparar o erro, assumindo a responsabilidade.

Dê o exemplo: se você mente “pequenas mentiras” (para evitar situações), seu filho aprenderá que isso é aceitável. Demonstre honestidade nas suas próprias ações.

Evite perguntas “armadilhas”: se você já sabe que ela quebrou o vaso, não pergunte “Você quebrou o vaso?”, pois isso induz à mentira por medo. Diga: “Eu vi que o vaso quebrou. Vamos conversar sobre isso?”

Quando procurar ajuda: se as mentiras forem muito frequentes, compulsivas e acompanhadas de desinteresse, raiva, ou prejudicarem muito as relações sociais, pode ser interessante buscar orientação de uma psicóloga infantil.

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Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Mineira de Poços de Caldas, Cynthia Wood Passianottoé formada pela Universidade São Marcos, com especialização em Neuropsicologia e em diversas outras áreas que focam na formação infantil e adolescente. Mãe de 2 filhos, casada com o também psicólogo Luciano Passianotto, Fundou e dirige o espaço Crescendo e Aprendendo no Morumbi, no qual se dedica no trabalho educacional e de orientação à educação de crianças e adolescentes há mais de 20 anos.

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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