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Psicóloga Comportamental e Cognitiva, Neuropsicóloga, Psicopedagoga

Violência física e psicológica contra crianças e adolescentes deixam marcas que duram para sempre

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

Agressões contra crianças e adolescentes causam danos profundos e duradouros ao desenvolvimento cognitivo, comportamental e emocional

Agressões contra crianças e adolescentes, incluindo física, psicológica e negligência, causam danos profundos e duradouros ao desenvolvimento cognitivo, comportamental e emocional. Geralmente praticadas no ambiente doméstico, essas violências resultam em ansiedade, medo, baixo rendimento escolar e reprodução de comportamentos agressivos, exigindo intervenção psicológica.

Principais impactos da violência

Danos emocionais: baixa autoestima, sentimento de inferioridade, medo constante, pesadelos, depressão e crises de ansiedade.

Danos comportamentais: agressividade com pares, comportamento antissocial, comportamento antissocial, ou, inversamente, extrema passividade e isolamento.

Danos cognitivos: dificuldade de concentração e baixo rendimento escolar.

O ciclo da violência: crianças agredidas podem se tornar adultos que agridem, perpetuando o ciclo.

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

Sinais de alerta para educadores

A observação comportamental é crucial, pois muitos danos não são visíveis.

Comportamentos súbitos: mudanças bruscas de humor ou comportamento.

Sinais físicos: roxos e ferimentos sem justificativa coerente, especialmente se frequentes.

Indicadores emocionais: medo excessivo dos cuidadores, choro constante, tentativa de fuga ou isolamento.

Atitudes de risco: tentativas de autoextermínio ou automutilação, especialmente em adolescentes.

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Intervenção e apoio

Acolhimento e escuta: ouvir a criança com atenção, validando seus sentimentos e dando crédito à sua fala.

Abordagem lúdica: uso de técnicas lúdicas (brincadeiras, desenhos) para ajudar a criança a expressar o trauma que não consegue verbalizar.

Procurar psicoterapia: tratamento para reprocessar traumas, gerenciar a raiva e desenvolver autoestima.

Envolvimento da rede de proteção: notificação obrigatória ao Conselho Tutelar ou serviços de proteção (Disque 100) para romper o ciclo de violência doméstica.

Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Mineira de Poços de Caldas, Cynthia Wood Passianottoé formada pela Universidade São Marcos, com especialização em Neuropsicologia e em diversas outras áreas que focam na formação infantil e adolescente. Mãe de 2 filhos, casada com o também psicólogo Luciano Passianotto, Fundou e dirige o espaço Crescendo e Aprendendo no Morumbi, no qual se dedica no trabalho educacional e de orientação à educação de crianças e adolescentes há mais de 20 anos.

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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