Quando falamos em desenvolvimento, compreende-se o processo que envolve as etapas do desenvolvimento psicossexual da infância à vida adulta, para que possamos compreender c é indispensável considerarmos a linha do tempo, que engloba a concepção até os 18 anos, ou seja da gestação até o início da vida adulta.
Na primeira infância a criança é exposta constantemente de diversas maneiras e representações sociais associadas ao gênero em que foi incluída.
Mas não é porque uma criança foi designada dentro de um gênero nesta fase, que ela necessariamente se identifica com esse gênero.

Os jogos sexuais são brincadeiras comuns entre as crianças que passam a envolver olhar, trocar, descobrir como funcionam os corpos uns dos outros, as sensações de toques, entre outras descobertas.
No livro Tocar: o Significado Humano da Pele, de Ashley Montagu, fez a seguinte citação: “A pele, como uma roupagem contínua e flexível, envolve-nos por completo“; “É o mais antigo e sensível de nossos órgãos, nosso primeiro meio de comunicação, nosso mais eficiente protetor!“.
Não há motivos para os pais constranger ou coibir as novas descobertas, desde que ocorram em um espaço de segurança e proteção à integridade dos envolvidos na brincadeira.
Normalmente as crianças em nossa sociedade não tem tanto acesso em casa, informação sobre os corpos que seja distinto dos delas.

Quando começam a surgir os jogos sexuais, é aqui que surgem as oportunidades de atuarmos na prevenção, primária e secundária (família, escola) de violência sexuais, por pessoas mais velhas.
É crucial que ensinemos às crianças a nomear e referenciar suas partes íntimas, assim como devemos abordar, dentro de uma atmosfera positiva e não alarmista, dessa maneira à chegada da puberdade, torna-se menos turbulenta, pois é um marco importante no desenvolvimento da sexualidade, que ocorre no início da adolescência.
Instrumentalizar um jovem com informações de qualidade em situações sexuais de forma realista pode ser um divisor de agua na sua vida!






























