Equilibrar afetos fortalece relacionamentos

Pamela Magalhães

CRP : 06/88376

A Psicóloga Pamela Magalhães escreve nesta coluna quinzenalmente respondendo a perguntas enviadas por leitores e leitoras ao e-mail [email protected].
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Dolce Morumbi

Relacionamentos só fazem sentido e podem ser saudáveis quando há reciprocidade de sentimentos e afetos

Estou namorando há 6 anos e nos últimos 5 meses, ele está estranho, distante, agressivo e me evitando. Quando tento conversar ele diz que sou louca e que se estou infeliz que podemos terminar. O que faço? (L.T.S)

Pode ser só impressão, mas me pareceu uma espécie de projeção de sentimentos. Pelo seu relato, ele mudou a tratativa do relacionamento e passou a investir menos e se afastou. Quando você tenta entender a razão disso, ele diz que o problema é a sua queixa, mas não o que pode gerá-la. Existem pessoas que não conseguem reconhecer, acessar e ser transparentes com o que se passa no íntimo delas e optam por iniciar uma campanha indireta de enfraquecimento do vínculo, para que a outra parte desista de continuar a relação, sem que precisem tomar a iniciativa. Pense nessa possibilidade e analise o que esteja acontecendo com atenção.

Tenho 35 anos e já não namorava há 4! Resolvi engatar um namoro com um amigo que sempre foi apaixonado por mim, mas não tenho atração nenhuma, só continuo porque ele é muito bonzinho comigo. (S.B)

Namoros acontecem quando ambas as partes sentem-se atraídas, têm objetivos em comum, há reciprocidade e então, faz sentido estarem juntos. Você ficar mais preocupada com o tempo que estava solteira e a idade que tenha, te distancia demais dos seus reais desejos e realizações. Namorar com o amigo só porque ele é bonzinho e apaixonado por você é anular a sua chance de encontrar alguém que realmente você esteja a fim. Não se esqueça que para ter um cara legal, bonzinho, sem tesão ao seu lado, na posição de amigos, funciona muito melhor.

Acabamos de nos mudar e meu marido ficou super amigo do vizinho de porta. O problema é que o cara é sem noção e se vê no direito de entrar em casa quando quer, abre a geladeira, usa a sala para jogar videogame mesmo quando meu marido não está. O que eu faço? (M.G)

Bom, de gente sem bom senso o universo está cheio e você tem um vizinho bastante espaçoso que precisa urgentemente de limites. Primeiro tenha uma boa conversa com o seu marido sobre o que vem acontecendo e como você está incomodada com isso. Cuide para falar sem se exaltar para ser escutada. Alinhe com ele regras de convivência que serão passadas para o dito cujo na intenção de maior harmonia e organização dos espaços, afinal a casa de vocês não é extensão da do vizinho. Lembre-se que pessoas sem limites, podem resistir e ignorar as regras, mas quanto mais afinado o casal estiver, mais incisivas serão as normas de convivência impostas e mais rapidamente conseguirão preservar o cantinho de vocês.

Para a Pamela, seus sentimentos são a sua história.

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Pamela Magalhães é Psicóloga, Especialista Clínica e Terapeuta de Casal e Família.
Bastante influente nas mídias em geral, ficou conhecida como Especialista em Relacionamentos pelos seus quadros no Programa Mulheres da Tv Gazeta e Tribuna Independente da Emissora Rede Vida e movimenta uma rede de seguidores de mais de 630K nas redes sociais em especial no instragram como @psipamela
Além de comentarista de comportamento e Psicóloga Clínica, realiza palestras em todo Brasil e comanda o podcast Coração Peludo na plataforma da Jovem Pan. CRP:06/88376

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