Pode reparar. Nas novelas, quase sempre acontece a mesma coisa. A mocinha é boa. Tem coração. Tem intenção. Quer o bem. Mas vive sofrendo.
Enquanto isso. A vilã observa. Planeja. Estuda. Age com precisão. E, muitas vezes, consegue exatamente o que quer.
Mas será que isso acontece só na ficção?
Ou será que existe algo aí que a gente precisa olhar com mais atenção?
Porque, tirando o caráter, que não está em discussão, existe um ponto em comum nas vilãs que poucas pessoas têm coragem de admitir.
Elas se preparam. Elas não contam com a sorte. Elas não esperam as coisas acontecerem. Elas não vivem no automático. Elas decidem. E depois disso, fazem o que precisa ser feito.
Agora me diga, com carinho e verdade, no que você tem se preparado?
Não no que você gostaria. Mas no que você realmente tem se dedicado todos os dias.

Porque muitas vezes queremos resultados extraordinários, com atitudes comuns. Queremos crescer, mas nos distraímos. Queremos vender mais, mas não estudamos comunicação. Queremos reconhecimento, mas não nos posicionamos. Queremos mudança, mas seguimos repetindo os mesmos movimentos.
E aqui não é sobre virar uma “vilã”. É sobre pegar o que funciona, foco, estratégia, intenção, preparação, e usar isso tudo a seu favor.
Porque a verdade é simples e uma pouco desconfortável: quem se prepara mais, normalmente chega mais longe.
Agora eu quero que você faça um exercício rápido. Sem julgamento. Só consciência.
O que hoje realmente importa para você? Você tem clareza disso? Ou está ocupada demais resolvendo o urgente e esquecendo o essencial?
Porque existe algo que muda tudo, intencionalidade.
Quando você decide para onde quer ir, o seu comportamento muda.
Você escolhe melhor onde colocar sua energia. Você diz mais “nãos” necessários. Você para de desperdiçar tempo com o que não te leva para frente. E aí, as coisas começam a acontecer.

Talvez você não precise fazer mais. Talvez você precise fazer com mais intenção. Talvez você não esteja sem resultado. Talvez esteja sem direção.
Então hoje, antes de seguir no automático. Eu te faço um convite, levanta do sofá, pega um papel, escreva o que realmente importa para você agora.
E depois, decide o que você vai fazer ainda hoje para se aproximar disso.
Sem perfeição. Sem excesso. Mas com verdade.
Porque no final. Não é sobre ser mocinha ou vilã. É sobre ser uma mulher que sabe o que quer e escolhe, todos os dias, agir com intenção para chegar lá.





























