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Cinco tendências que definirão a indústria de atrações em 2026

IAAPA aponta que foco em tecnologia, sustentabilidade e identidade local deve movimentar turismo de entretenimento brasileiro

Com o novo ano chegando, a indústria de atrações vive uma nova fase, na qual a inovação deixa de ser avaliada apenas por números ou infraestrutura e passa a ser medida pela capacidade de criar experiências que realmente impactem a vida das pessoas. A Associação Global da Indústria de Atrações (IAAPA) destaca as tendências que nortearão a evolução do setor, ressaltando que o público volta a ser, mais do que nunca, o protagonista das histórias e aventuras.

Imagem de freepik

Tendências para 2026

  1. Transformação do talento humano: O desenvolvimento de talentos especializados e a diversidade geracional estão transformando a forma como os parques recrutam, capacitam e cuidam de suas equipes. A indústria sempre compreendeu que a “magia” começa internamente; por isso, esta tendência busca formas inovadoras de cultivar o sentimento de pertencimento. Uma força de trabalho motivada é a peça-chave para oferecer uma experiência memorável aos visitantes.
  2. Compromisso com a sustentabilidade: A sustentabilidade deixou de ser um “plano para o futuro” e tornou-se uma responsabilidade do presente. Atualmente, 71% dos membros da IAAPA a consideram prioritária, impulsionando ações como eficiência energética, redução de resíduos e uso de materiais responsáveis. Além disso, o setor foca em ações de impacto social alinhadas aos valores corporativos e a um maior compromisso com governança e transparência.
  3. Inovação frente às mudanças climáticas: O clima imprevisível está redefinindo o design e a operação dos espaços. Ondas de calor, chuvas intensas e fenômenos extremos motivam a criação de áreas sombreadas, atrações climatizadas, sistemas de alerta e políticas que protegem a experiência do visitante sob condições adversas. O objetivo é claro: cuidar das pessoas sem perder a essência do entretenimento, garantindo estabilidade operacional e confiança na marca.
  4. Tecnologia e experiências digitais integradas: A tecnologia avança para acompanhar, e não substituir, a experiência humana. Realidade aumentada ou mista, filas virtuais, mapas interativos, pagamentos por aproximação e gamificação tornam a visita mais fluida e imersiva. Essas ferramentas permitem que o visitante aproveite o parque com mais calma, equilibrando o melhor da digitalização com o foco no atendimento humanizado.
  5. Autenticidade e personalização da identidade local: O público busca vivências que pareçam reais. Desde celebrações locais e gastronomia típica até narrativas que honram a cultura regional, a autenticidade tornou-se um diferencial competitivo. A personalização de itinerários, recomendações e ofertas exclusivas ajuda a garantir que cada visita seja sentida como única e irrepetível.
Imagem de marymarkevich no Freepik

No Brasil, essas tendências se tornam ainda mais relevantes, pois o país, reconhecido pela hospitalidade e conexão humana, vive um momento estratégico para fortalecer sua oferta turística. “Dos parques temáticos às atrações culturais, a indústria brasileira está incorporando essas tendências globais para criar experiências que refletem sua identidade única: proximidade, diversidade e um calor humano impossível de replicar. Temos a oportunidade de nos tornarmos uma referência regional em entretenimento consciente, sustentável e profundamente personalizado“, afirma Paulina Reyes, vice-presidente e diretora executiva da IAAPA para a América Latina e o Caribe.

@iaapahq

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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