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Culpa, escolhas, autoconhecimento e os desafios da convivência no século 21

Design Dolce sob imagem por mimagephotography em Canva

Com uma linguagem acessível e reflexões instigantes, “A felicidade não é para covardes”, traz um convite para viver com mais presença, afeto e autenticidade em tempos acelerados e desafiadores

Em um mundo marcado pela pressa, excesso de estímulos e cobranças por desempenho, o livro A felicidade não é para covardes chega como um respiro necessário. Escrito pelas psicanalistas Luciene Godoy e Valéria Belém, a obra combina crônicas, reflexões e provocações que instigam o leitor a repensar seus modos de existir e se relacionar com o mundo – e consigo mesmo.

Publicada pela Editora Nacional, a obra aposta em uma abordagem psicanalítica leve, com textos curtos e envolventes, ideais para uma leitura de cabeceira. O livro trata de temas universais como solidão, culpa, escolhas, autoconhecimento e os desafios da convivência no século 21. Sempre com uma escrita que transita entre a delicadeza e a profundidade, as autoras apontam caminhos possíveis para uma vida mais autêntica e significativa.

O título é provocativo e cumpre bem seu papel: para ser feliz, é preciso coragem. Coragem para fazer escolhas, para mudar de rota, para se reconhecer como sujeito da própria história. Longe de um ideal moralista, a coragem proposta no livro é ética e cotidiana e está nas pequenas ações e decisões que construímos todos os dias, mesmo diante do medo ou da dúvida.

Design Dolce sob imagem por RgStudio em Canva

As autoras dialogam diretamente com os dilemas contemporâneos: o esgotamento emocional, o excesso de idealizações, a busca por aprovação externa e a dificuldade de estar no presente. Com metáforas, como a “roupa do pensamento”, as autoras criam imagens que ajudam o leitor a acessar emoções profundas de forma lúdica e compreensível.

Mais do que um livro sobre felicidade, A felicidade não é para covardes é um manifesto por uma vida mais real, mais sentida e menos automática. Com sensibilidade e humor, Luciene e Valéria nos lembram de que o maior encontro que podemos promover é conosco mesmos. Afinal, não dá para fugir de si. Melhor, então, segundo elas, aprender a ser uma boa companhia.

Quer saber como transformar uma segunda-feira comum em férias emocionais? Ou por que dizer “não” pode ser o maior ato de amor? Essas e outras reflexões estão reunidas neste livro que acolhe, provoca e inspira. O livro está pré-venda na Amazon






Valéria Belém é psicanalista, escritora e jornalista. Formação em psicanálise pelo GTEP do Instituto Sedes Sapientiae (SP) e pelo Instituto da Psicanálise Lacaniana (Ipla/SP). É especialista em Psicanálise da clínica aos espaços institucionais pelo Ipog (GO). Membra do Instituto Bebê Canguru e da associação francesa transdisciplinar La Cause des Bébés. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Goiás, é Diplomada Jornalista Amigo da Criança pela Andi. Autora de 34 livros infantis, algumas de suas histórias foram escolhidas pelo Ministério da Educação (MEC) para participar do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD Literário). 

@belemvaleria

Luciene Godoy é psicanalista especialista em clínica para o século 21. Escreve sobre relações humanas – livros, artigos para jornal e trabalhos científicos. Conduz pesquisas sobre amor, paixão, felicidade e angústia. Fundou o Instituto Bebê Canguru, que pesquisa e divulga a exterogestação – uma proposta de receber o bebê após a perda do útero materno em um útero-externo, a bolsa canguru. É membra efetiva da instituição internacional La Cause des Bébés. Graduada em Pedagogia, é pós-graduada em língua e literatura inglesa/americana, metodologia de ensino, estimulação precoce, périnatologie e clínica psicanalítica.

@lucienegodoy_

A Companhia Editora Nacional foi fundada em 1925 por Monteiro Lobato e Octalles Marcondes. O criador do icônico “Sítio do Pica Pau Amarelo”, além de autor, também foi editor e tradutor, além de responsável por diversas inovações na indústria do livro – desde a importação de novas tecnologias de impressão até uma revolução nas dinâmicas de distribuição. Depois de 50 anos de um grande trabalho, a Companhia Editora Nacional foi adquirida pelo Grupo IBEP, que se transformou em uma das maiores companhias brasileiras do mercado do livro. 2020 foi o ano que marcou uma grande mudança na editora, que compreende uma reflexão sobre a nossa marca e a redefinição das nossas propostas de valor. 

@editoranacional

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Colaboração da pauta:

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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