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É profissional de Marketing, terapeuta integrativa e escritora e pode lhe ajudar a deixar a maternidade mais leve!

Na maternidade solo também cabe um romance

Imagem em Freepik

Ser mãe solo e se permitir um relacionamento amoroso não é egoísmo – é sobre afeto, tempo e escolhas

Eu não sabia que dava para sentir tanta coisa ao mesmo tempo:

Fome porque não parei o trabalho para almoçar.

Cansaço (óbvio).

Desejo de ficar sozinha (apenas por uma horinha).

E… saudade de um abraço que não fosse dos meus filhos.

Ser mãe solo e se permitir um relacionamento amoroso não é egoísmo – é sobre afeto, tempo e escolhas. Mas como equilibrar esses dois mundos sem se perder no caminho?

A maternidade solo muitas vezes nos coloca em um lugar de ‘agora somos só nós’ – e aí, quando o coração pede um romance, vem a culpa: “Será que estou roubando tempo deles?”.

Mas e se a gente parar de ver o amor como um ladrão de atenção e começar a enxergá-lo como um convidado gentil? 

Antes de ser mãe, eu era… – Mentira! A gente fica repetindo que antes de ser mãe, eu era outra pessoa, como se a maternidade tivesse apagado quem a gente foi, quem a gente é. Mas você não é ex-mulher. Você é mulher + mãe. E relacionamentos podem ser parte disso – não um retrocesso, mas um novo jeito de se conectar.

Imagem em Freepik

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Ninguém tem tempo! Nem mãe com parceiro, nem mãe solo, nem CEO de multinacional. A diferença é qualidade x culpa. Quinze minutos de chamada de vídeo depois que as crianças dormem valem mais que duas horas rolando o feed. Um encontro no domingo à tarde não vai te fazer menos presente – e sim mais humana. Se puder, deixe os filhos com alguém de confiança ou aproveite os momentos em que estiverem com o pai – se isso fizer parte da sua realidade.

Filhos não são obstáculos, são parte do pacote. Um relacionamento saudável não exige que você esconda a maternidade – ele se adapta a ela. Se a pessoa encara seu filho como concorrência’, problema dela… e, um sinal de alerta: será que essa pessoa está pronta para amar você – e sua vida inteira?

E sabe qual é o grande segredo? Comunicação não-romantizada. Fale claro desde o início: Terça é dia de levar na terapia, então não consigo sair.  Ou: Amanhã estou exausta, vamos marcar para semana que vem? Amor bom não é o que te cobra tempo perfeito – é o que entende tempo possível.

Foto por senivpetro em Unsplash

No fim, a conta não é escolher entre filhos ou relacionamento… é como você se adiciona nessa equação… Porque você merece amor – inclusive o seu próprio, que às vezes sussurra: vai lá, você pode os dois.

E você? Já se sentiu nesse dilema? 

Conta para mim como lida (ou quer lidar) com a maternidade solo e a vida amorosa.

Ah, e se este texto te ajudou, compartilhe com aquela amiga que também precisa se permitir mais!

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Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Gisele Ribeiro é profissional de marketing, terapeuta integrativa e autora do livro Diário de uma mãe nada especial – Desmistificando a mãe idealizada no qual compartilha detalhes íntimos da sua trajetória na maternidade e como isso mudou sua, principalmente a profissional.

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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