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5 verdades sobre estar solteira (e que ninguém te conta)

Foto por prostooleh em Unsplash

Estar solteira pode ser um dos períodos mais poderosos da vida de uma mulher

Por Adrielle Lopes 

Em um mundo que romantiza a pressa e a carência, estar solteira é visto como fracasso – quando, na verdade, pode ser um dos períodos mais poderosos da vida de uma mulher. Não se trata de esperar alguém que “salve”, mas de escolher com consciência quem vem para somar. Abaixo, cinco dicas para viver essa fase com maturidade, profundidade e leveza. 

Cuide do jardim: ao invés de procurar obsessivamente por uma “flor rara”, que tal cultivar seu próprio jardim? Autoconhecimento, terapia, vida espiritual e projetos pessoais não são distrações: são alicerces. Gente inteira atrai gente inteira.

Não confunda atenção com intenção: nem todo homem que elogia está interessado. E nem todo interessado tem capacidade emocional para um relacionamento maduro. Saber diferenciar isso é salvar o próprio coração de ciladas afetivas.

Foto por jcomp em Unsplash

Seja seletiva, não inacessível: exigência não é arrogância, é amor-próprio. O segredo está em não aceitar menos do que se oferece. Mulheres que se conhecem não imploram presença, não negociam valores e não se adaptam ao que fere sua essência.

Viva o agora sem medo do depois: a solteirice não é um castigo, é uma chance de se reinventar. Viver com propósito hoje é o que constrói o amanhã. Quem vive bem sozinha, estará ainda melhor acompanhada, se e quando isso acontecer.

Não tenha medo de parecer demais: você não é intensa demais, sensível demais, profunda demais. Talvez só esteja cercada de gente de menos. Honre sua essência e deixe que o raso se assuste – enquanto o verdadeiro se aproxima.

Estar solteira não é estar encalhada. É estar em processo. E processos não se apressam. Que ela escolha esperar não por comodismo, mas por convicção: porque sabe o que vale e não aceita ser vivida pela metade. 

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Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Adrielle Lopes é psicóloga, mentora de mulheres, cantora e autora do livro Encalhada? Não! Eu escolho…

Colaboração da pauta:

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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