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O encantador som do violino a serviço da arte

Divulgação

A violinista Marina Andrade apresenta uma trajetória inspiradora a todos que acreditam na força da arte para suscitar emoções com encanto sonoro que tem o poder de eternizar momentos

Por Paulo Maia

De Campos, no Rio de Janeiro, para palcos nacionais e internacionais, Marina Andrade construiu sua história com o violino como quem tece delicadamente uma melodia única. Ela carrega não apenas a técnica de quem começou cedo — aos 8 anos já se apaixonava pelo instrumento — mas também a coragem de transformar sua paixão em profissão.

Filha de pais que a incentivaram nas primeiras aulas e inspirada pelo irmão com seu piano, Marina encontrou no violino um caminho de expressão. Mesmo sem contatos no meio musical, trilhou sua jornada com esforço e talento. Aos 17 anos, ingressou na UFRJ para estudar Letras, mas foi nos palcos universitários que a música a chamou de volta. A experiência nos Estados Unidos, através do programa Fulbright na Yale University, ampliou horizontes: lá, Marina não apenas concluiu uma pós-graduação, como também brilhou na orquestra popular do campus, apresentando uma composição própria em sua audição.

O momento de transição foi marcado por coragem. Em 2017, um vídeo postado na internet abriu portas para convites que mudariam sua vida: Rock in Rio, The Voice Brasil, gravações e participações em grandes projetos. Em 2023, Marina viveu um marco emocionante ao participar da gravação do DVD de 50 anos de carreira de Chitãozinho e Xororó, com participação de Milton Nascimento. A música, que antes dividia espaço com a academia, tornou-se sua escolha definitiva.

O violino se tornou mais que um instrumento para Marina: tornou-se um desafio constante e uma fonte inesgotável de nuances. Cada detalhe importa — da postura ao controle da mão direita, que define a física do som. Ela compara o aprendizado ao treino de um atleta: exige persistência, aceitação do erro e coragem para se expor. O resultado é um som único, que carrega a identidade de quem toca.

Ao se apresentar em público, antes de subir ao palco, Marina se concentra em um mantra: estar a serviço da arte. Para ela, a música é maior que a timidez ou o medo da crítica. Essa entrega transforma cada apresentação em um momento de conexão profunda com o público. Seja em samba, bossa nova, MPB ou choro, Marina imprime emoção e improviso, criando experiências únicas.

Se no início as redes sociais não eram prioridade, hoje Marina vê nelas uma ponte para alcançar mais pessoas. Com lives no TikTok desde o final do ano passado, ela tem conquistado um público diverso e internacional. Seu objetivo é expandir essa presença, levando o violino para novos espaços e oportunidades.

Marina possui diversas facetas musicais que oferecem performances personalizadas. Ela atende a eventos como casamentos, formaturas e corporativos, adaptando repertório, figurino e formação musical ao desejo de cada cliente. Cada show é único, pensado como uma experiência sob medida. Essa personalização é sua marca registrada e explica o valor que agrega ao trabalho.

Mais do que tocar, Marina busca aprender. Para ela, a música é feita de encontros, de desafios e de inspiração mútua. Estar a serviço da arte significa se deixar encharcar por sentimentos e pela energia de outros artistas, em um processo contínuo de evolução.

Marina Andrade nos apresenta a prova de que o violino, delicado e exigente, pode ser também uma instrumento poderoso de emoção e transformação. Sua trajetória inspira músicos e a todos que acreditam na força da arte para suscitar emoções com encanto sonoro que tem o poder de eternizar momentos.

Divulgação

Acompanhe Marina Andrade:

Tik Tok: @marina.violino | Instagram: @marina.andrade

Para ler a matéria em inglês, clique aqui!


Paulo Maia é publicitário formado em Comunicação Social, editor do Portal Dolce Morumbi®, atua há mais de 30 anos como profissional de comunicação e marketing.

Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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