Vivemos a era do excesso de informação. Nunca foi tão fácil ter acesso a cursos, formações, especializações. Mesmo assim, muitas mulheres altamente capacitadas continuam enfrentando dificuldades para monetizar o próprio conhecimento, se posicionar nas redes sociais e alcançar os resultados que desejam.
O que está por trás disso não é falta de estratégia, nem ausência de esforço. É, na maioria das vezes, um desalinhamento na comunicação.
Comunicação estratégica não se resume ao que é dito. Ela envolve presença, postura, intenção, tom de voz e coerência entre quem a pessoa é, e como ela se apresenta ao mercado. O conteúdo pode ser excelente, mas se a forma não sustenta o valor, a percepção não se constrói.

Nas palestras que ministrarei em fevereiro ‘Aceleração com Proposito’ e para as ‘Mulheres de Negócios’, essa será a base da minha conversa. Mostrar que a comunicação acontece em múltiplos níveis e que os resultados respondem muito mais a forma como a mensagem é transmitida do que a quantidade de informação entregue.
Uma comunicação assertiva começa antes da fala. Ela se manifesta na postura, na fisiologia, no ritmo, na clareza de intenção e na capacidade de criar conexão real com o outro. Quando esses elementos não estão alinhados, surgem ruídos e o público reage com indiferença, mesmo diante de profissionais altamente competentes.

Nas redes sociais, esse fenômeno se intensifica. Muitas mulheres aparecem, produzem conteúdo, se expõem, mas não convertem. Não por falta de visibilidade, e sim por ausência de posicionamento comunicacional. Exposição sem comunicação estratégica gera cansaço, não autoridade.
Durante minha participação nos eventos, vou abordar como pequenos ajustes na comunicação verbal e não verbal, podem gerar mudanças significativas na forma como a pessoa é percebida. E percepção, no mercado atual, é um ativo decisivo.
Resultados consistentes começam quando a comunicação deixa de ser intuitiva e passa a ser estratégica.





























