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Carla D’Elia explica como aprender inglês pode transformar carreiras sem apagar identidades

Divulgação

Aprender inglês pode ser mais fácil, interessante e inspirador do que imaginamos!

Recentemente, tive o prazer de entrevistar Carla D’Elia, fundadora da plataforma online Save Me Teacher, para a Dolce Morumbi®. O que começou como uma conversa sobre o ensino da língua inglesa acabou se revelando uma jornada inspiradora sobre identidade, coragem e transformação profissional.

Carla não é apenas professora de inglês. Ela é uma educadora que entende profundamente os medos e bloqueios emocionais que muitos adultos enfrentam ao tentar aprender um novo idioma — especialmente quando esse idioma é uma exigência no ambiente de trabalho.

Ela me fala que seus alunos são, em sua maioria, profissionais entre 25 e 55 anos que precisam do inglês para crescer em suas carreiras. Alguns estão começando do zero, outros já têm alguma base, mas todos compartilham um desafio comum: a coragem de falar.

E o maior obstáculo, segundo ela, não é gramatical — é emocional. Muitos têm medo de errar, de serem julgados, de comprometerem sua reputação profissional. “Se eu errar, o que vão pensar de mim?” é uma pergunta silenciosa que ecoa na mente de muitos. E é aí que o método que ela desenvolveu para a plataforma Save Me Teacher se diferencia: ela é especializada no ensino de inglês para o trabalho. O inglês que Carla ensina é aquele que resolve problemas, que conecta pessoas, que abre portas — mesmo que venha com algum sotaque, uma característica muito comum em falantes de uma segunda língua, mais do que podemos imaginar.

Aos 15 anos, Carla embarcou para um intercâmbio no meio oeste dos Estados Unidos. Vinda de uma família de classe média baixa, foi a primeira a sair do país. “Eu fui para os EUA em busca de melhorar a minha fluência mas chegando lá percebi que o inglês que eu havia aprendido no Brasil já tinha me tornado fluente. Obviamente aprendi mais por lá, mas o diferencial foi a questão cultural”, comenta.

Dentre estas questões culturais, Carla diz haver uma diversidade enorme de sotaques e formas de falar. “Meu sotaque é parte da minha história”, me disse; “Ele mostra que eu falo mais de um idioma”, acrescenta. Essa percepção virou um pilar da filosofia da Save Me Teacher: ensinar inglês sem apagar a identidade cultural do aluno.

A plataforma Save Me Teacher é 100% online desde 2017. Os cursos são voltados para comunicação profissional, com módulos desde o nível básico e suporte individualizado. Além disso, há aulas particulares e consultorias expressas para situações urgentes, como entrevistas de emprego.

O método que emprega tem embasamento acadêmico e profissional. Carla não se apoia apenas em sua experiência pessoal — ela utiliza abordagens como o Business English as a Lingua Franca, que já tem mais de três décadas de estudo. O foco é educar o aluno sobre como realmente se aprende um idioma, desmistificando promessas milagrosas de fluência em três meses.

Ela também faz questão de empoderar o aluno brasileiro, mostrando que é possível ser bilíngue sem abrir mão da própria cultura. O inglês não precisa ser perfeito — precisa ser útil, eficaz e verdadeiro.

Outro ponto que abordamos foi a dificuldade que os adultos enfrentam para encaixar o estudo na rotina. Carla entende que a vida profissional e pessoal consome tempo e energia, e por isso o método oferece ferramentas de gestão de tempo e cronogramas flexíveis.

Ela também incentiva a imersão digital: consumir conteúdo em inglês relacionado à área de atuação do aluno, seguir criadores de conteúdo internacionais, e manter o contato com o idioma mesmo fora das aulas. A fluência, segundo ela, é construída com constância — e o plano de continuidade após o curso é parte essencial dessa jornada.

Ao longo da entrevista, fiquei mesmo com a impressão de que Save Me Teacher oferece mais do que uma plataforma de ensino. Se oferece como um espaço de acolhimento, de reconstrução de confiança, e de empoderamento profissional. Carla D’Elia parece não ensinar apenas inglês — ela ensina que é possível crescer, comunicar-se e conquistar o mundo sem deixar de ser quem você é.

Se você é um profissional que precisa do inglês para avançar na carreira, mas sente que o medo ou a falta de tempo te impedem, deixo minha sugestão para conhecer esse método que traz uma preocupação genuína em respeitar sua história e lhe ajuda a escrever novos capítulos.

Conheça mais de Carla D’Elia e Save Me Teacher em seus perfis de redes sociais!

A Save Me Teacher é uma plataforma que oferece cursos de inglês voltados para o trabalho. O Business English tem o poder de transformar carreiras e, consequentemente, garantir liberdade geográfica e financeira aos estudantes. A plataforma conta com cinco opções de cursos atualmente, que têm como objetivo preparar o usuário para a rotina profissional, entrevistas de emprego na língua estrangeira, impulsionar o inglês, viagens internacionais, cursos preparatórios de proficiência, formulação do currículo, entre outras habilidades. Além disso, é possível encontrar consultorias sob medida. De forma didática, libertadora e rápida, sem a necessidade de formações de longa extensão, a Save Me Teacher já auxiliou mais de 7 mil alunos. Além disso, por meio das redes sociais, sua fundadora, Carla D’Elia, oferece conteúdo simplificado e gratuito com dicas sobre o idioma.

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A entrevista foi feita em colaboração com Sing Comunicação | @singcomunicacao

Publicidade | Dolce Morumbi®

Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Paulo Maiaé publicitário formado em Comunicação Social e atua no mercado há mais de 30 anos como profissional de comunicação e marketing; possui também larga experiência em Tecnologia da Informação e consultorias de negócios com projetos no Brasil e exterior. Editor do Portal Dolce Morumbi®, escreve eventualmente na coluna La Dolce Vita, além de fornecer sua redação a várias pessoas, empresas e entidades como marketing de conteúdo e publieditoriais.

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos