A escrita nos deu a permanência, mas a oralidade nos deu a presença — no fundo, continuamos sendo seres que se reúnem em círculo para ouvir uma história e tentar dar sentido ao caos
Na obra "Todo Mundo Conhece um Homem Perigoso", Pipo R. Ananias recorda situações pessoais para explicar como a violência de gênero se perpetua através do silêncio