Skip to content

Waldo Bravo expõe “Duchamp revisitado”

Design Dolce Morumbi | Divulgação

Uma oportunidade para as pessoas verem ou revisitarem seus conceitos de uma forma nova, criativa, irreverente e com humor

A partir do dia 20 de janeiro, o público terá a oportunidade de ver a exposição “Duchamp revisitado” do artista visual Waldo Bravo, promovida pela Sala BNDES / BBM na USP.

Nesta exposição, a arte se alimenta da arte. O artista apresenta uma experiência de absoluta antropofagia, onde utiliza fragmentos “duchampianos” como objeto de reflexão estética e conceitual da própria arte,para criar um diálogo atemporal e arqueológico entre o passado e o presente.

Bravo busca favorecer essa aproximação do público com o pensamento “duchampiano”. É uma oportunidade para as pessoas verem ou revisitarem seus conceitos de uma forma nova, criativa, irreverente e com humor.

Bravo converte os ícones da obra de Duchamp em símbolos. Isto quer dizer que os ícones em que a história transformou as imagens das obras do mestre, são elevados à universalidade, ganham amplitude, são tornados marcos, senão verdadeiros emblemas”, afirma o antropólogo Antonio Carlos Fortis, em seu texto de apresentação. Para Fortis, “São esses emblemas os trabalhados por Bravo. Esta operação de converter ícones em símbolos corresponde a transformar significados em significantes, mudando sua temporalidade da sucessão para a duração, convertendo conteúdos em formatos disponíveis para a comunicação. É usar os signos como unidades de uma linguagem. A exposição apresenta uma dupla pedagogia: a primeira é a de que toda arte visual após Duchamp é arte conceitual. A outra é a de que pode haver grande esplendor visual numa mostra intelectual”, complementa o antropólogo.

No dia da inauguração, o artista relançará seu livro “Signografia Arqueo-Urbana”, assinado pelo crítico Paulo Klein e editado pelo Escritório Brasileiro de Artes – EBART.

Exposição: “Duchamp revisitado”

Inauguração: 20 de Janeiro (terça-feira), das 17h às 20h
Visitação: 21 de Janeiro a 26 de Fevereiro de 2026
Local: Sala BNDES / BBM
Endereço: Rua da Biblioteca, 21 – Cidade Universitária – São Paulo
Informações WhatsApp: 11 99312-5595

Waldo Bravo tem obras expostas em galerias e museus de diversos países, e já esteve presente em mostras de grande prestígio. No seu currículo tem doze exposições individuais, quatro bienais, e muitas exposições coletivas. Podemos destacar a sua intervenção urbana Recortes Urbanos em 2004, nas principais avenidas da cidade de São Paulo. Essa mostra gerou o convite para sua individual no MAC USP em 2010. Também podemos destacar a sua participação no Panorama da Arte Brasileira no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) e algumas Bienais: IV Bienal do Sertão de Artes Visuais no Museu do Piauí em Teresina – PI, III Bienal Nacional de Santos – SP; X Bienal Internacional de Arte de Valparaiso no Chile; Bienal de Vilnius, na Lituânia em 96, entre outros. Dentre os principais prêmios que recebeu destaca-se: “Condecoración al Mérito Cultural”, outorgada pelo governo chileno em 1993. Em 1997, teve sua obra publicada em livro “Signografia Arqueo-Urbana”, assinado pelo crítico Paulo Klein e editado pelo Escritório Brasileiro de Artes – EBART. Bravo nasceu no Chile, em 1960 e encontra-se radicado no Brasil desde 1981. Sua formação em artes deu-se através de diversos cursos em ambos os países. 

Atualmente é Orientador e Curador no Ateliê Contempoarte em São Paulo.

@waldo.bravo

Demais Publicações

Serra Negra, o charme do interior paulista que virou destino de bem-estar

As montanhas que cercam a cidade ajudam a manter o clima ameno durante todo o ano e proporcionam mirantes espetaculares

8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens

Pesquisa revela que 91% dos brasileiros não tiveram educação financeira na infância, mas gostariam de ter recebido esse aprendizado

Rito de Jan

Só você sabe me tirar o chão com um toque e me ensinar o céu com um suspiro

A invasão e a prisão do presidente da Venezuela pelos EUA são legítimas ou ilegítimas?

Acontecimentos que expuseram uma zona cinzenta onde princípios tradicionais entram em choque sobre segurança, legitimidade política e combate a regimes autoritários

Entre templos egípcios e silêncios sagrados: a história de Dorothy Eady

Uma figura notável, que viveu suas verdades ocupando espaços negados às mulheres, sobretudo em um campo masculino como a egiptologia

Apenas respire – Seu primeiro compromisso em 2026

Do que eu preciso para recomeçar de verdade?

Criar começos, inventar recomeços

A possibilidade de não precisar acertar sempre

O declínio do pensamento crítico na era da informação

Preservar a arte de perguntar é condição indispensável para a liberdade de pensamento

Painel Dolce Morumbi

As Mais lidas da Semana

Publicidade Dolce Morumbi

publ-gisele-ribeiro-reiki-16.10.25-1-1
PlayPause
previous arrow
next arrow
arte-painel-dolce-abtours_1_11zon
PlayPause
previous arrow
next arrow
Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

Seções