Na última semana aconteceu o guia Michelin 2026, um prêmio criado na França a fim de dar honra e mérito aos melhores restaurantes do mundo. Como se fosse a copa da alta gastronomia, os chefs e restauranters (donos de restaurantes), competem com excelência e alta performance para brilhar e ganhar sua merecida placa de 1,2 ou 3 estrelas Michelin.
No Brasil a competição é mais amistosa, mas há uma briga feia na gastronomia exterior para essa premiação.
Os restaurantes são avaliados durante um período que antecede a premiação, com os jurados indo ao restaurante anonimamente, entram e saem sem se identificar e fazem a avaliação criteriosamente levando em consideração não somente a comida, mas a experiência do cliente como um todo: o serviço, a bebida, o ambiente, limpeza, harmonização do cardápio, criatividade, elaboração dos pratos e claro os que mais se destacam pode levar de 1 até 3 estrelas sendo 3 até o momento o ápice para os chefes.

Esse ano, algo de diferente aconteceu. Tivemos finalmente restaurantes brasileiros com 3 estrelas, o que não tínhamos até então (somente com 2), isso significa que o cenário brasileiro tem mudado e evoluído, trazendo mais prestígio.
E os premiados foram:
EVVAI e Tuju – 3 estrelas (únicos restaurantes da América latina com 3 estrelas)
DOM, Lasai e Oro – 2 estrelas
Madame Olympe, Kazuo, Kinoshita, Kuro, Maní, Murakami, Fame Osteria, Jun Sakamoto, Kan Suke, Kanoe, Oizumi Sushi, Pichi, Ryo Gastronomia e Tangará Jean-Georges – 1 estrela
O grande diferencial da vez é que o premiado DOM que sempre teve em 1 lugar com mais estrelas esse ano foi passado pra trás, nos dizendo que a alta gastronomia está mudando seus parâmetros.
O que aguardar dos próximos?
Excelente sexta-feira!





























