Por Gotardo Luiz Brandalise
Os hábitos alimentares são amplamente influenciados pela cultura e pelo meio social (mesologia), muitas vezes de modo inconsciente.
Em toda minha infância e adolescência fui impactado (inconscientemente) por este paradigma e creio que muitos passaram pelo mesmo.
Posteriormente, observando fatores como estresse, sedentarismo, estímulos tecnológicos e privação de sono intensificavam os impactos negativos em grande parte da socin (sociedade) e contribuíam em conjunto para o surgimento de patologias prejudiciais à saúde de modo integral
Mas o tempo passou, e a superação destes padrões demandou muitas reflexões, disciplina e abertismo. Nessa caminhada, me dediquei a estudar sobre nutrição e sobre espiritualidade.
Logo cedo entendi que a alimentação seria um dos pilares fundamentais na minha vida pessoal e profissional influenciando diretamente na autogestão no funcionamento fisiológico e nos aspectos mentais e emocionais.

Da intoxicação invisível ao despertar da lucidez: uma jornada de autocuidado
Ao ampliar minha perspectiva, percebi que a alimentação ultrapassava meramente uma função biológica e que a mesma repercutiria também nas minhas percepções extrassensoriais – ou seja, aquelas percepções que vão além dos 5 sentidos físicos (parapercepções).
A nutrição adequada me ajudou a perceber melhor as minhas próprias energias, a perceber a energia das pessoas e também a energia dos ambientes por onde eu passava.
Com o tempo, passei a “nutrir” também o meu espírito. O contato com a Conscienciologia – uma ciência voltada ao estudo e sistematização da espiritualidade de modo direto, sem intermediários, sem rituais, dogmas ou uso de substâncias químicas – me despertou para uma realidade ainda maior.
Curioso foi perceber o quanto a minha alimentação ruim estava bloqueando esse potencial inato. Estava intoxicado e não percebia. Na medida em que me melhorei a alimentação, aumentei a ingestão de água, cuidei da qualidade do sono e adotei uma respiração mais “consciente” – através de práticas simples –, experimentei um despertar dessas parapercepções.
Tudo isso impactou a minha lucidez. Me aproximei de amparadores extrafísicos, vivenciei um bem-estar crescente e uma certeza íntima tranquilizadora que me ajudou muito na qualificação das minhas decisões.

E você, tem adotado práticas efetivas de autocuidado? Seus esforços cotidianos estão sendo direcionados, de maneira prioritária, para a construção de uma vida mais saudável?
No meu entorno, notava que parte considerável das pessoas adotava padrões alimentares pouco saudáveis – em geral muito influenciadas pela industrialização moderna e pela falta de autorreflexão a respeito dessas influências.
Resolvi percorrer o meu próprio caminho – e isso foi libertador. Ao priorizar o estilo de vida que era bom para mim, servi de inspiração para as pessoas com quem convivia.
Ao invés de tentar “modificá-los”, foquei em mudar a mim mesmo.
Ao priorizar o estudo e o autocuidado, contribui para que o meu entorno melhorasse também.

Gotardo Luiz Brandalise é natural de Caxias do Sul, RS e reside hoje em Jundiai, SP. É graduado e pós-graduado em Administração de Empresas, atua atualmente como corretor de imóveis, produz trabalhos para o Colégio Invisível da Conscienciologia e para a LIDERARE.

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