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Viajar expande horizontes e alimenta o espírito

A arte de viajar por terra e conectar destinos

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

Você vai descobrir que as melhores histórias costumam acontecer no caminho

Imagine o seguinte cenário: você tem 20 dias para explorar uma região incrível no exterior. O plano inicial? Encher o roteiro com quatro ou cinco capitais distantes e comprar vários voos internos do tipo low cost. Parece eficiente, certo?

Mas a realidade desse tipo de viagem costuma ser bem diferente: horas perdidas em filas de segurança a quilômetros do centro da cidade, a pressa para despachar bagagem, a ansiedade do relógio e, no fim, a sensação de que você viu muitas nuvens pela janela do avião, mas pouquíssimo dos países que visitou.

Se você absorver a transição cultural entre as fronteiras, a resposta não está no ar, mas no chão. O segredo está na escolha estratégica de rotas terrestres e trajetos inteligentes.

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

O primeiro segredo para um roteiro sem idas e vindas desnecessárias é o conceito de Open Jaw (ou passagens multicidades). Em vez de comprar um voo de ida e volta pelo mesmo aeroporto, você chega por uma cidade (por exemplo, Berlim) e retorna por outra (como Varsóvia ou Tallinn).

Isso elimina a obrigação de gastar o último dia da viagem apenas retornando ao ponto de partida. O seu roteiro se torna uma linha contínua de descobertas, onde cada parada faz sentido geográfico e cultural.

Viajar de trem ou em ônibus executivos de alto padrão pelas estradas do mundo não é apenas uma escolha econômica; é uma escolha de experiência.

Ao contrário dos aeroportos, que costumam ficar no extremo das áreas metropolitanas, as estações de trem e os terminais de ônibus geralmente rodam no coração das cidades. Você sai do seu hotel e, em poucos minutos, já está embarcando.

Design Dolce Morumbi sob imagem em Canva

Quando cruzamos fronteiras por terra, a mudança é gradual e fascinante. Você observa a arquitetura mudando pela janela, a transição dos idiomas nas placas, o relevo se transformando e os hábitos locais se moldando. O caminho passa a ser parte do destino.

Esqueça o aperto das poltronas de avião. Os transportes terrestres modernos oferecem espaço para as pernas, Wi-Fi de qualidade e tomadas. É o ambiente perfeito para você abrir o seu diário de viagem, ler aquele livro sobre a história local ou simplesmente contemplar a paisagem com um café na mão.

Viajar por terra nos obriga a adotar um ritmo mais humano. Em vez de saltar de uma bolha turística para outra a 900 km/h, você se permite entender a distância real entre os povos. Na sua próxima viagem, experimente traçar uma linha no mapa e percorrê-la rente ao chão. Você vai descobrir que as melhores histórias costumam acontecer no caminho.

Os artigos assinados não representam, necessariamente, a opinião do Portal. Sua publicação é no sentido de informar e, quando o caso, estimular o debate de questões do cotidiano e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo

Grazziela Bertoni é paulista, bacharel em Direito, ariana e gerente de mídias sociais na AB Tours
Gostou da matéria? Quer fazer comentários, críticas ou sugestões, escreva para a Dolce Morumbi®: contato@dolcemorumbi.com

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Imagem por Marcos Kulenkampff em Canva Fotos

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