Feliz 2026 meu querido amigo e amiga da Dolce Fashion!
Que neste novo ano possamos amar muito mais e viver a beleza de uma maneira consciente e feliz. Vamos falar um pouco sobre a moda de 2026, que não vai gritar, ela vai comunicar. Depois de ciclos intensos de excessos visuais, algoritmos, estímulos constantes e um desejo coletivo por pertencimento, as cores assumem um papel mais profundo: traduzem estados emocionais, valores culturais e movimentos globais. Não se trata apenas do que está em alta, mas do porquê cada tom ocupa seu espaço, e você pode trazer mais verdades e significados ao mundo. Lindo isso, não?
O ano se desenha entre dois grandes polos criativos: a serenidade consciente e a expressão vibrante. Essa dualidade guia passarelas internacionais, editoriais de moda, beleza e comportamento, pode observar neste chamado global a paz mundial, traduz muito a serenidade e a leveza.

Os neutros elevados: o luxo do silêncio e da claridade expressiva
Os tons claros, especialmente os off-whites, beges etéreos e variações leitosas, tornam-se protagonistas. Eles representam pausa, clareza e sofisticação silenciosa. Em 2026, o neutro deixa de ser coadjuvante e passa a ser discurso, um reflexo do desejo global por leveza, sustentabilidade e longevidade no vestir. É o luxo que não precisa provar nada. Você passa uma influência autêntica.
Essas cores aparecem em alfaiatarias fluidas, tecidos naturais, construções minimalistas e coleções que valorizam corte, textura e intenção. Menos impacto imediato, mais permanência e sutileza, chamando atenção e pertencimento, com estilista amo as propostas leves para entrar e marcar presença.

Cores vibrantes: identidade, emoção e futuro
No contraponto perfeito, surgem cores intensas, quase elétricas, que falam de individualidade e presença. Amarelos luminosos, rosas energéticos, azuis digitais e vermelhos profundos marcam a retomada da autoexpressão. São cores influenciadas pelo universo tecnológico, pela cultura jovem, pelo street style global e por uma necessidade urgente de se diferenciar. Esses tons não aparecem de forma aleatória. Eles são estratégicos, pontuais, muitas vezes usados em looks neutros ou em propostas maximalistas bem construídas. A mensagem é clara: expressar-se com consciência.

A força dos verdes e dos tons terrosos
A pauta ambiental, querido leitor e leitora, segue firme e madura. Verdes sofisticados, oliva, musgo, teal e variações terrosas ganham espaço como símbolo de reconexão com a natureza, bem-estar e responsabilidade estética. Não é mais uma tendência passageira é um posicionamento, tenho certeza de que ficaram marcados neste ano e para o próximo. Essas cores transitam com facilidade entre moda, beleza e design, reforçando uma estética orgânica e atemporal que dialoga com o consumo mais consciente.

Tons Pastéis como grande retorno em 2026
Os tons suaves retornam, mas com profundidade. Rosas queimados, lilases acinzentados e azuis delicados surgem menos ingênuos e mais maduros. Representam uma feminilidade atual: forte, sensível e elegante. Uma leitura moderna do romantismo, sem excessos.
Paris reforça o minimalismo sofisticado. Milão traz a força das cores profundas e do luxo emocional. Nova York equilibra praticidade e impacto visual. A Ásia influencia com tecnologia, inovação cromática e novas narrativas visuais. Já o Brasil imprime calor, mistura e identidade, traduzindo tendências globais com alma local.

Editorialmente falando como estilista
Neste 2026, o ano em que a moda se torna mais honesta, as cores não seguem apenas tendências: elas refletem escolhas, estados de espírito e valores. Vestir-se passa a ser um ato de alinhamento interno e externo, principalmente pela busca de autenticidade e valores de expressão de cada um.
Entre o silêncio dos neutros e a potência das cores vibrantes, a moda encontra seu ponto de equilíbrio. E talvez essa seja a maior tendência de todas: vestir propósito, com estética e consciência.
O que posso sugerir para 2026 para vocês amigos e amigas da nossa coluna de moda, é buscar intenção e naturalidade nas escolhas para este ano. Não querer ser o que realmente não é. A beleza reflete a alma, e se esse conjunto estético não transmite, ele não realiza para o mundo. Um grande e maravilhoso abraço para iniciarmos este janeiro. Nos vemos na próxima edição. Obrigada sempre.




























