Na semana passada, contei que um sinal tinha aparecido. Um novo negócio, um projeto que chegou sem eu esperar e que, com medo e fé, resolvi abraçar.
Hoje, quero compartilhar um pouco de como essa novidade tem feito morada na minha rotina — não do ponto de vista comercial, mas do afetivo. Do que tem mudado dentro de casa, dentro de mim, dentro da gente.
Comecei a usar óleos essenciais.
Quem me conhece, sabe que meu caminho sempre foi voltado ao natural. Eu já uso ervas para banhos, preparo chás, acredito no poder das plantas, do sol, da água e na sabedoria da terra. Então, quando esse produto cruzou meu caminho, fez tanto sentido. Não era algo estranho. Era uma continuação. Uma ferramenta a mais na minha caixa de ferramentas do bem-viver.

E o que eu mais precisava, nesses últimos tempos, era de acalmar. Principalmente a mente.
A ansiedade, essa companheira indesejada que aperta o peito e acelera os pensamentos, resolveu se instalar com mais força devido a alguns acontecimentos em minha vida. E foi num frasco pequeno, com um cheiro de natureza, que encontrei um alívio. Uso, respiro, e parece que o mundo desacelera um pouco. Meu corpo agradece. Minha mente descansa. Meu peito relaxa.
Mas não foi só em mim.
A Sara, que também vive suas batalhas internas, tantos desafios, tem encontrado ali um sossego. Em dias de maior agitação, uma gota, um aroma, e ela parece se reconectar com a calma. É reconfortante de ver.
E o Rafael? Ele apareceu com uma afta na boca, daquelas que incomodam e atrapalham até para comer, logo pensei: vou testar um óleo! Massageei o óleo em seu lábio, quase como um “vamos ver no que dá” e no dia seguinte, a afta tinha diminuído. No outro, tinha quase sumido. Ele mesmo comentou: “Mãe, isso funciona mesmo!”

Para alguns pode ter sido coincidência. Mas eu escolho acreditar, até porque a aromaterapia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil desde 2018 como uma Prática Integrativa e Complementar (PICS). Isso, para mim, até como terapeuta integrativa, foi o encontro certo entre uma necessidade e uma ferramenta que a natureza me apresentou. Uma ferramenta prática, acessível e natural.
Mas tem um outro lado dessa história que eu não posso deixar de contar.
Vi nesse negócio uma possibilidade real de crescimento financeiro. E, para mim, que sou mãe atípica e solo, o que mais pesa na hora de trabalhar é a falta de flexibilidade. Minha agenda é insana — consultas, terapias, imprevistos, rotinas que mudam o tempo todo. Não consigo bater ponto. Não consigo ficar horas seguidas num escritório. Não consigo me prender a um lugar fixo.
Aqui, encontrei algo que se adapta a mim, e não o contrário. Eu escolho meus horários. Eu trabalho quando posso, do jeito que posso, sem precisar pedir licença para a vida dos meus filhos. E isso, para mim, não tem preço.
Não estou aqui para convencer ninguém a comprar nada. Como em todos os meus artigos, estou aqui para dividir um pedaço da minha jornada. Para mostrar que, às vezes, a solução chega de mansinho, num frasco pequeno, com um aroma de esperança, e com a possibilidade de transformar também a nossa realidade financeira, sem tirar a gente de perto de quem precisa da gente.

Esse novo negócio não é só um negócio. É um cuidado que está virando rotina. É uma ferramenta que tem feito diferença nos dias difíceis. É mais um jeito de acolher quem eu amo, de acolher meus clientes e de me acolher. É também uma chance de construir algo com as próprias mãos, no meu tempo, do meu jeito.
E se você, assim como eu, busca algo que se encaixe na sua rotina de mãe atípica, que te dê liberdade e a possibilidade de uma renda extra, me chama. Vamos conversar. Posso contar mais sobre como isso tem funcionado para mim, sem compromisso, só para trocarmos ideias.
Porque eu acredito que, quando a gente encontra algo que faz bem, a gente divide. E se puder ajudar outra mãe a encontrar o mesmo caminho, melhor ainda.
Se você também anda em busca de um respiro, de um alívio, de um cheiro que acalme, ou de uma oportunidade que caiba na sua vida do jeito que ela é, talvez valha a pena ficar atenta. Os sinais estão por aí. E podem cheirar a flor, a erva, a renovação.
Eu encontrei o meu. E sigo aqui, respirando fundo, um dia de cada vez.
Conte comigo.






























